Faz algum tempo que eu comecei a me interessar demais por jogos independentes, hoje eu assisti o documentário Indie Game The Movie, ele é talvez o único filme que existe para vender na Steam, mas confesso que eu baixei via The Pirate Bay ♥. Sobre o filme gostei demais de saber com mais detalhes sobre o lado do trabalho do desenvolvimento dos games, sempre soube que é um trabalho pesado. Talvez se eu tivesse nascido em um país com industria forte eu teria seguido esta área, mas na minha época de escolher faculdade lembro que só tinha um ou dois cursos de games disponíveis no Brasil e com uma industria muito fraca, eu realmente espero que a industria nacional se fortaleça, mas isso dependerá muito de investimentos do governo, mas em pleno 2013 a nossa ministra da cultura Marta Suplicy me diz que games não são cultura, quando perguntada sobre se o vale cultura poderia ser gasto com jogos. Mas pesquisando eu encontrei que o ministério da cultura reconhece sim os jogos eletrônicos como cultura. "De acordo com a Portaria nº 116, de 29 de novembro de 2011, os jogos eletrônicos passaram a ser reconhecidos como segmento cultural para o recebimento de doações e patrocínios, conforme o estabelecido na Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991" Continuando sobre o filme, o que eu mais achei interessante foi ver como esses desenvolvedores independentes se consideram totalmente artistas, e usam todas as ferramentes possíveis para a expressão de suar arte, essa concepção de jogos autorais é realmente muito interessante e surge como uma alternativa aos jogos AAA que custam milhões de dólares e envolvem mais de 400 pessoas em seu desenvolvimento. Pois as vezes estes títulos se tornam massantes, mais voltado para o mercado do que para uma conceito ou ideia central, acredito que posso usar o Resident Evil 6 como exemplo, que segue na onda dos títulos de ação e FPS para conquistar um número maiores de jogadores, enquanto os fãs do estilo terror se decepcionam cada vez mais. Os indies vem nessa concepção de nos oferecer algo pensado para ser único, eu realmente tive experiências excelentes jogando jogos como Limbo. Estou adorando jogos que buscam essas concepções de uma maneira geral, ainda não sei perfeitamente se um jogo de uma pequena empresa pode ser considerado indie ou se apenas jogos feitos por um número muito pequeno de jogadores, porém isso é indiferente para mim eu desejo é ver ideias novas no mundo dos games. Esses dias eu estava lendo a história da escritora e também desenvolvedora de jogos Anna Anthropy discute essa ideia de jogos autorais e tem livros publicados em inglês "Rise of the Videogame Zinesters" .
Segue o link de um belo artigo escrito a respeito: Artigo você pode criar jogos que empresas não podem.

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